sábado, 4 de julho de 2015

'Avó' de Obama quer cozinhar para o neto durante sua visita ao Quênia

'Avó' de Obama quer cozinhar para o neto durante sua visita ao Quênia

 

 

Mama Sarah é a terceira mulher do avô paterno do presidente.
Obama vai ao Quênia no final do mês; será sua 1ª visita como presidente. 

 

 

 A 'avó' de Obama, conhecida como Mama Sarah, é a terceira mulher do avô paterno do presidente norte-americano (Foto: AFP PHOTO/SIMON MAINA)

A 'avó' queniana do presidente Barack Obama, conhecida como Mama Sarah, afirmou que quer cozinhar pratos tradicionais para seu neto durante a visita oficial que ele fará ao Quênia no final de julho.
"Não interessa que Barack é senador ou presidente. Ele vai comer o que eu preparar", sentenciou.
Mama Sarah foi a terceira mulher de Hussein Onyango Obama, avô paterno do presidente norte-americano, e vive no povoado de Kogelo (oeste do Quênia). Barack Obama, filho de pai queniano e mãe americana, não tem vínculos de sangue com Mama Sarah, mas ele sempre a considerou sua avó.
Sarah também disse que pediu a seu neto que visite Kogelo durante sua viagem oficial, para "apresentar seus respeitos ao túmulo de seu pai", mas não está claro se a agenda do presidente permitirá essa viagem fora da capital queniana.
Mama Sarah, 'avó' do presidente Obama, conversa com o governador de Nairobi nesta sexta-feira (3) (Foto: AFP PHOTO/SIMON MAINA)Mama Sarah, 'avó' do presidente Obama, conversa com o governador de Nairobi nesta sexta-feira (3) (Foto: AFP PHOTO/SIMON MAINA)
O pai de Obama nasceu e cresceu em Kogelo, antes de ir estudar no exterior, onde conheceu, no Havaí, a mãe do presidente.
A visita de Obama, prevista durante uma cúpula mundial de empresários, será a primeira ao Quênia desde que foi eleito presidente, em 2008.
Esta viagem foi adiada durante meses devido ao fato de que o presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, era acusado de crimes contra a humanidade por seu papel durante as violências pós-eleitorais que afetaram o país no final de 2007 e início de de 2008.
Estas acusações do Tribunal Penal Internacional foram arquivadas em dezembro passado por falta de provas.
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