quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Autoridades identificam os 129 mortos nos atentados de Paris 100 famílias já puderam recuperar restos mortais de seus parentes. Dos 350 feridos nos atentados, 221 continuam hospitalizados.

Autoridades identificam os 129 mortos nos atentados de Paris
100 famílias já puderam recuperar restos mortais de seus parentes.
Dos 350 feridos nos atentados, 221 continuam hospitalizados.


As 129 vítimas dos atentados de Paris na sexta-feira (13) foram identificadas, informaram as autoridades francesas.
"Até a presente data, uma identidade foi dada aos corpos de todas as vítimas falecidas e (...) 100 famílias puderam recuperar os restos mortais de seus entes queridos no Instituto Médico Legal", informa o balanço fornecido pelo Conselho de ministro.


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Os familiares das vítimas puderam prestar uma homenagem no necrotério do Instituto Médico Legal (IML) da capital e as autoridades estão entregando as autorizações para enterro à medida que as necropsias são concluídas.
Dos 350 feridos nos atentados, 221 continuam hospitalizados, vários em estado grave.
As autoridades também afirmaram que nas noites de domingo e da última segunda-feira, dentro das ações proporcionadas pelo estado de emergência decretado após os atentados, foram realizadas 296 batidas, nas quais foram encontradas 40 armas.
Além disso, 33 pessoas foram detidas, e o Ministério do Interior determinou que outras 114 pessoas sejam mantidas em prisão domiciliar.
Por outro lado, o governo francês indicou que, na noite dos atentados, foram mobilizados 4.130 agentes, 2.500 deles policiais e 590 militares, além de servidores de saúde.
Desde então, foram colocadas nas ruas do país 58 mil policiais e 50 mil gendarmes (polícia militarizada), tanto em trabalhos de investigação como de aumento da segurança e proteção das fronteiras.
O dispositivo militar que vigia as principais cidades do país também aumentou, passando de 7 mil para 10 mil homens.
O Conselho de Ministros reiterou que os atentados são "atos de guerra abomináveis" que exigem "uma resposta implacável à altura do ataque que sofreu o país".

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