sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Mutirão para negociar dívidas em PE é prorrogado por mais uma semana

Mutirão dos Superendividados' segue até dia 20, no prédio anexo da Alepe.
Participam do evento Celpe, Compesa, bancos e empresas de telefonia.

“Mutirão dos Superendividados”, que começou no dia 19 de outubro, no Recife, foi prorrogado. Agora, os consumidores com dívidas podem negociar os débitos até o dia 20 de novembro, no edifício anexo da Assembleia Legislativa de Pernambuco (Alepe), na Rua da União, centro do Recife, das 8h às 14h. A ação é promovida pela Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, por meio do Procon-PE.
A ação conta com a participação da Companhia Energética de Pernambuco (Celpe), da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), operadoras telefônicas e instituições bancárias. À exceção dos bancos, as empresas podem oferecer descontos e parcelamentos diferenciados na hora. Até agora, o mutirão atendeu mais de 3500 pessoas. Do total de casos, 93% foram resolvidos.
Serão distribuídas 300 fichas por dia, sendo 150 para assuntos relacionados a bancos, 40 para Celpe, 40 para Compesa e as demais para casos de telefonia. Quem tiver dívidas com a Celpe, no entanto, só poderá negociar as dívidas se tiver três ou mais contas em atraso. Durante o mutirão, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do Recife também tem equipe no local, para emitir o extrato do SPC e do Serasa, gratuitamente.
Para participar, o consumidor deve apresentar originais e cópias da carteira de identidade, CPF, comprovante de residência e documentos que comprovem a reclamação, como notas fiscais, ordens de serviço, faturas, comprovantes de pagamento e contratos. Se o titular não puder comparecer ao mutirão, deverá enviar um representante munido de procuração reconhecida em cartório.
Para o secretário Pedro Eurico, a ação tem dados bons resultados, com várias pendências resolvidas entre os consumidores e as empresas. "O nível de resultado foi de 98%, no caso da Compesa, por exemplo, e no caso da Celpe, de 87%. Somando todas as empresas, mais de 90% dos acordos foram feitos", comentou.

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