segunda-feira, 9 de maio de 2016

ENEM atualizado 22/05/2016 /- 2016 TUDO SOBRE A PROVA DO ENEM 2016 CONFIRA - Enem 2016: inscrição está aberta e vai estaté o dia 20 de maio Neste ano, as provas serão realizadas nos dias 5 e 6 de novembro. Taxa de inscrição é de R$ 68, alunos da rede públicaão isentos.

ENEM 2016

































Enem 2016 chega a 8,2 milhões de inscritos no último dia do prazo




Enem 2016 chega a 8,2 milhões de inscritos no último dia do prazo
Candidatos terão até quarta-feira (25) para pagar boleto e confirmar inscrição. Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) será em 5 e 6 de novembro.





O Exame Nacional do Ensino Médio ( Enem ) 2016 tinha, até as 17h45 desta sexta-feira (20), 8.222.491 inscritos. As inscrições serão encerradas às 23h59. Os participantes devem acessar a página http://enem.inep.gov.br/participante/#/inicial para preencher o formulário.





A taxa de inscrição custa R$ 68 – R$ 5 a mais que na edição do exame no ano passado. O prazo máximo para quitar o boleto é a próxima quarta-feira (25). Só após o pagamento é que a inscrição será confirmada. Dessa vez, ela poderá ser paga em qualquer agência bancária, casa lotérica ou agência de Correios (antes, só era possível quitar a guia no Banco do Brasil) .
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Evolução das inscrições
O balanço parcial de inscritos no Enem 2016 se aproxima do total de inscritos do ano passado. Em 2015 foram 8,4 milhões de inscritos, dos quais 7,7 milhões confirmaram as inscrições (com o pagamento do boleto ou obtenção da isenção da taxa). Ao fim daquele ano, 5,7 milhões fizeram as provas do exame.
Provas
Neste ano, as provas serão realizadas nos dias 5 e 6 de novembro. No primeiro dia, sábado, o candidato terá 4 horas e 30 minutos para responder questões de ciências humanas e de ciências da natureza. No domingo, ele terá 5 horas e 30 minutos para as perguntas de linguagens, códigos e suas tecnologias, matemática e redação.
Os portões serão abertos às 12h e fechados às 13h, no horário de Brasília. As provas começarão, nos dois dias, às 13h30. Os gabaritos oficiais das questões objetivas serão divulgados pelo Inep até o dia 9 de novembro. Já os resultados ainda não têm data marcada para serem apresentados.
O Enem deste ano tem uma estimativa de 8 milhões de inscrições. Destas, 2,2 milhões são de estudantes que estão no último ano do ensino médio.
Isenção
Aqueles que irão concluir o ensino médio em 2016 e estiverem matriculados na rede pública de ensino terão direito à isenção automática da taxa de inscrição.
Já os que pertencerem a famílias de baixa renda, mas que não sejam concluintes de escola pública, poderão declarar carência para conseguir a isenção. Durante o período de inscrição, o sistema avisará se o pedido foi aceito.
Lembrando que, a partir deste ano, os estudantes que conseguiram a isenção da taxa em 2015 e não compareceram à prova, sem justificar a ausência, vão perder o direito de não pagar a inscrição em 2016.
Atendimento especializado
Os candidatos que precisarem de atendimento especializado (com baixa visão, cegueira, visão monocular, deficiência física, auditiva e intelectual, surdocegueira, dislexia, déficit de atenção, autismo, discalculia ou outras condições especiais) devem indicar na inscrição qual o recurso que desejam para fazer a prova. Também podem solicitar auxílio: gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e sabatistas.

Entre os dias 1º e 8 de junho, pela plataforma do Inep, a pessoa deve enviar o documento que comprova sua condição. Ele deve conter o nome completo, o diagnóstico com a descrição do que motiva o pedido de atendimento especial e a assinatura de um médico ou profissional especializado, com seu CRM (registro no Conselho Regional de Medicina).
As adaptações que o candidato pode solicitar são: prova em braile ou com letra ampliada (fonte 18, com imagens maiores) ou super-ampliada (fonte 24, com imagens maiores), tradutor-intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais), guia-intérprete para pessoas com surdocegueira, auxílio para leitura (inclusive a labial) e transcrição, sala acessível e tempo extra de uma hora em cada dia da prova.
A participante lactante que precisar amamentar durante as provas deve levar um acompanhante adulto, que ficará em uma sala reservada e cuidará do bebê enquanto a mãe fizer o Enem. Já aquele que estiver internado para tratamentos de saúde deve assinalar a opção “classe hospitalar”. O Inep entrará em contato com o hospital em que a pessoa estiver para verificar as condições necessárias para que a prova seja feita.
Os sabatistas precisam marcar a alternativa “guardador do sábado por convicção religiosa” para fazê-la em outro horário. Eles entrarão no local de prova quando os portões abrirem, às 12 horas, juntos com os demais, e aguardarão até as 19 horas para fazer a prova.
Nome social
Travestis e transexuais que quiserem tratamento pelo nome social devem informar o pedido ao Inep na inscrição, além de enviar cópia do documento de identificação, com foto recente e formulário preenchido, entre os dias 1º e 8 de junho.
Criado para avaliar os conhecimentos dos estudantes que concluíram o ensino médio, a prova também substitui vestibulares no acesso a instituições federais de ensino superior. No entanto, essa não é sua única função.
Para que serve o Enem
As notas do Enem podem ser usadas por quem tem mais de 18 anos para obter a diploma do ensino médio. Também são exigidas para o candidato que pretende uma bolsa de estudos pelo ProUni ou financiamento estudantil pelo Fies.
O Ciência sem Fronteiras é outro programa federal que pede boas notas no exame nacional como critério de seleção.
VEJA ABAIXO AS FUNÇÕES DO ENEM
Seleção para universidades
As notas do Enem são usadas para selecionar alunos para as vagas em universidades federais e outras instituições de ensino.
As universidades podem usar o Enem como único método de seleção, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), ou fazer uma combinação entre as notas do Enem e seu vestibular próprio. O Sisu já recebeu a adesão da maioria das universidades e institutos federais e, na última edição, ofereceu mais de 205 mil vagas.
Programa Universidades Para Todos (Prouni)
Para disputar uma bolsa de estudos do Prouni, que varia de 50% a 100% do curso de uma instituição de ensino superior privada, o candidato precisa ter obtido nota mínima de 450 pontos no Enem e não pode ter zerado a redação. Na última edição do programa, foram ofertadas 213.113 bolsas em 1.117 instituições.
Financiamento Estudantil (Fies)
Estudantes que concluíram o ensino médio a partir de 2010 e querem solicitar o Fies devem ter feito Enem, caso contrário, não poderão solicitar o benefício. A partir deste ano, o candidato precisa ter obtido 450 pontos no exame nacional e não pode ter zerado a redação.
Pelo Fies é possível financiar os cursos de graduação bem avaliados junto ao MEC. A taxa de juros é de 3,4% ao ano para todos os cursos. Ele pode ser solicitado pelo estudante em qualquer etapa do curso e em qualquer mês.
Seleção para ensino técnico (Sisutec)
Quem estiver interessado em uma vaga gratuita de cursos técnicos oferecidos em instituições públicas e privadas pelo Sisutec deverá ter feito as provas do Enem. As notas no exame serão usadas para classificação dos concorrentes.
Ciência Sem Fronteiras
O programa do governo federal oferece bolsas de estudo para intercâmbios no exterior destinado a alunos de graduação e pós. Para participar da seleção de bolsas durante a graduação, é preciso ter feito qualquer edição do Enem a partir de 2009 e conseguido a média mínima de 600 pontos. Os candidatos também são avaliados de acordo com seu aproveitamento acadêmico na universidade.
Certificação para o Ensino Médio
Quem tem no mínimo 18 anos e não concluiu o ensino médio pode conseguir a certificação por meio do Enem. A pontuação mínima é 450 pontos em cada uma das áreas de conhecimento e 500 pontos na redação.
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Nova secretária do MEC afirma que conteúdo do Enem será mantido
Ela disse ainda que não há recursos para ampliar financiamento estudantil.
Maria Helena ocupou a Secretaria Executiva do Ministério no governo FHC.



A nova secretária-executiva do Ministério da Educação e Cultura, Maria Helena Guimarães de Castro, garantiu que nada será alterado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou em programas de financiamento - que, no entanto, não serão ampliados por falta de recursos. A nova titular da Secretaria Executiva do MEC se reuniu com o ministro José Mendonça Bezerra Filho, nesta quarta-feira (18) em Brasília.


As inscrições para o Enem estão abertas no site da prova (http://enem.inep.gov.br/) e seguem até às 23h59 do dia 20 de maio. Neste ano, os exames serão aplicados nos dias 5 e 6 de novembro. "Não vai ter mudança. O Enem vai ser feito exatamente no dia previsto. Não terá nenhuma mudança no conteúdo da prova, nem mesmo no edital.", destacou Maria Helena.

A secretária-executiva ressaltou, no entanto, que será feita uma análise para avaliar a falta de recursos orçamentários para os programas do Ministério da Educação como o Prouni e Fies. "Ainda não temos dados dos custos desses programas. Estamos fazendo um levantamento para saber. O Prouni é um modelo de financiamento que vem dando certo e será mantido. Para podermos ampliar a oferta a gente precisa de recursos orçamentários suficiente para poder liberar novas vagas. E isso vale também para o Fies. Como ele é um financiamento ao estudante, precisamos de mais recursos para ampliar. Os benefícios que já existem serão mantidos", explicou Maria Helena.

Base Nacional Comum Curricular
Ao assumir o Ministério da Educação e Cultura, Mendonça Filho disse que a educação básica será prioridade na sua gestão. Segundo a secretária-executiva, o ministro quer ainda garantir a implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), além de propor uma reforma no Ensino Médio acomplada ao projeto.
Eu sempre entendi que na área da educação a grande prioridade é promover mudanças no Ensino Médio
Maria Helana Guimarães de Castro
A BNCC é considerada fundamental para reduzir desigualdades na educação no Brasil e países desenvolvidos já organizam o ensino por meio de bases nacionais. A proposta preliminar foi feita por uma comissão de 116 especialistas de 37 universidades de todas as partes do Brasil e gerou polêmica por causa das lacunas deixadas em áreas como história e literatura. O documento inicial tinha pouco mais de 300 páginas.
"Essa é uma agenda que eu preciso discutir com ministro com mais calma. A gente teve uma transição muito de repente e pegamos o MEC andando sem poder parar para planejar. Eu sempre entendi que na área da educação a grande prioridade, além de investir na educação básica pública, é promover mudanças no Ensino Médio. Eu defendo isso e tenho muita coisa publicada sobre o assunto", apontou a secretária-executiva.
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2ª versão da Base Curricular revisa polêmicas de história e de português
Base Nacional Curricular deve sair do papel só em 2018, diz gestor
DOWNLOAD DA 2ª VERSÃO DA BNCC
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Auditoria no Pronatec aponta falha na análise de prestação de contas
Pronatec

Além do Prouni e do Fies, Maria Helena disse que MEC manterá o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego. O Pronatec, inclusive, foi alvo de uma auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU), que exigiu do ministério um cobra do Ministério da Educação (MEC) aperfeiçoamento no controle da aplicação dos recursos.
Em um dos pontos do relatório apresentado na quarta-feira (27), o TCU considera em sua amostra junto às instituições participantes do programa que houve ausência de análise das prestações de contas apresentadas. A secretária-executiva, por sua vez, revelou que o ministério não tem condições de ampliar a oferta de vagas do Pronatec esse ano, justamente por falta de recursos.
"Eu gosto do Pronatec e o ministro também o considera muito importante, mas ainda não sabemos o que será possível fazer. O orçamento desse ano é zero. Foi assim que a gente recebeu o programa", justifica Maria Helena.

Perfil
Socióloga especialista em Educação e mestre em Ciência Política pela Unicamp, Maria Helena Guimarães de Castro já ocupou a Secretaria Executiva do MEC em 2002 durante o governo de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Ela também foi presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) entre 1995 e 2001. A secretária-executiva também esteve à frente da Secretaria da Estado de Educação de São Paulo no governo de José Serra.
No estado, Maria Helena foi ainda secretária das pastas de Assistência e Desenvolvimento Social e Ciência e Tecnologia, além de ser ex-diretora-executiva da Fundação SEADE. A socióloga participa também de conselhos de entidades ligadas à educação, como a Todos pela Educação, e é membro da Academia Brasileira de Educação desde 2005. Nas eleições presidencias, ela fez parte da equipe que formoulou o programa de governo do então candidato Aécio Neves (PSDB), sendo responsável pelas políticas de educação do tucano.