quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Linha Vermelha do Metrô opera normalmente após trem descarrilar na Zona Leste de SP Trecho entre as estações Corinthians/Itaquera e Artur Alvim ficou fechado por quase 10 horas. Operação Paese foi acionada e passageiros enfrentaram transtornos.

Linha Vermelha do Metrô opera normalmente após trem descarrilar na Zona Leste de SP
Trecho entre as estações Corinthians/Itaquera e Artur Alvim ficou fechado por quase 10 horas. Operação Paese foi acionada e passageiros enfrentaram transtornos.



ALinha Vermelha do Metrô opera normalmente após trem descarrilar na Zona Leste de SP
Trecho entre as estações Corinthians/Itaquera e Artur Alvim ficou fechado por quase 10 horas. Operação Paese foi acionada e passageiros enfrentaram transtornos.


Durante o bloqueio, a circulação na Linha 3-Vermelha ocorria entre as estações Palmeiras-Barra Funda e Patriarca. A operação Paese com ônibus foi acionada entre as estações Patriarca e Corinthians-Itaquera.
A causa do acidente ainda está sendo apurada e o laudo deve sair em duas semanas.
“A suspeita é que houve superaquecimento no rolamento daquele truck que descarrilou”, afirmou Milton Gioia, diretor de Operações do Metrô de São Paulo.
Nesta manhã, os trens circulam normalmente. “Nenhum reflexo, a linha 3 vermelha funciona normalmente”, disse Gioia.
A passarela será refeita durante as madrugadas, horário de manutenção do Metrô.
Trem do Metrô descarrilou por volta das 15h (Foto: Reprodução/TV Globo)

Acidente
Após sair do trilho, por volta das 15h desta terça (7), o trem derrubou grades e uma mureta de concreto. A energia da via foi cortada e os passageiros saíram pela passarela de emergência. Técnicos trabalhavam no local. Outras composições tiveram de parar, causando efeito cascata.
Entre as estações Patriarca e Palmeiras-Barra Funda os trens circulam pelas duas vias. Passageiros reclamavam de mais tempo de espera entre um trem e outro, além de plataformas cheias.
Por causa do problema, a estação Sé operava com contenção de fluxo. Ou seja, havia controle do número de passageiros na catraca da estação para evitar acidentes e superlotação. A entrada próxima à Catedral da Sé estava fechada.
O problema refletia também na Linha 1-Azul. Segundo o Metrô, as composições circulavam com velocidade reduzida.



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